Israel reafirma apoio aos EUA e alerta o Irã: "Quem tentar nos atacar sofrerá um duro golpe&quo


O primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, disse nesta quarta-feira (8), após o ataque do Irã a bases americanas no Iraque, que seu país dará um "duro golpe" caso seja atacado e parabenizou os Estados Unidos por matar o comandante iraniano Qasem Soleimani.

"Qasem Soleimani foi responsável pela morte de inúmeros inocentes. Ele trouxe instabilidade a muitos países. Durante décadas, ele alimentou o medo, a miséria e a dor e planejou levar a uma situação ainda pior", disse Netanyahu, durante uma conferência em Jerusalém.

"Parabenizo o presidente (americano Donald) Trump por agir de forma rápida, decisiva e corajosa contra o 'arquiterrorista', que foi o arquiteto e a força motriz de uma campanha de massacres e terrorismo em todo o Oriente Médio, Irã e no mundo. É muito importante dizer que Israel está próximo aos EUA", acrescentou.

Netanyahu alertou que a "tensão regional" e "a luta entre extremistas e moderados continuam".

Por um lado, afirmou, é "o Islã radical liderado pelo Irã que tenta prender grandes partes da região através do terror assassino" e tenta "ameaçar, sufocar e destruir" Israel, pois "entendeu que este país é a força mais poderosa da cultura ocidental" na região e, por outro lado, "o setor pragmático, ameaçado pelos extremistas islâmicos, que entende o significado de lutar pela sobrevivência, pela vida e pelo futuro".

O premier israelense completou dizendo que "permanecerá firme diante de seus inimigos. Firme e forte. Quem tentar nos atacar sofrerá um duro golpe".


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