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Presidente de Israel Critica Caso de 'Genocídio' na CIJ e Denuncia Manipulação

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O presidente de Israel, Isaac Herzog, criticou publicamente o caso de "genocídio" movido pela África do Sul na Corte Internacional de Justiça (CIJ), chamando-o de "difamação de sangue". Herzog expressou sua consternação com a distorção de suas palavras pelos juízes da CIJ, acusando-os de manipular o tribunal. Ele refutou as alegações de genocídio, salientando a responsabilidade da população de Gaza nos eventos de 7 de outubro e alegando que suas declarações foram distorcidas para apoiar a ação legal infundada.

Herzog enfatizou que, apesar da cumplicidade generalizada, isso não implica que todos os civis de Gaza sejam alvos militares legítimos. Ele assegurou que Israel segue o direito internacional em suas operações, buscando minimizar baixas civis. Apesar dos consideráveis esforços de Israel para proteger civis em Gaza, a CIJ repreendeu o país, pedindo medidas adicionais para evitar vítimas civis na Faixa de Gaza. Alguns observadores argumentam que a CIJ não considerou adequadamente os esforços israelenses nesse sentido e falhou em condenar o Hamas por utilizar civis de Gaza como escudos humanos.

Em um desenvolvimento surpreendente, Uganda denunciou sua própria juíza, Julia Sebutinde, que se opôs a todas as seis medidas cautelares apresentadas contra Israel. O governo de Uganda esclareceu que a posição de Sebutinde é pessoal e independente, não refletindo as posições oficiais do país. Esse episódio destaca as divergências no entendimento da comunidade internacional sobre o conflito entre Israel e o Hamas, ressaltando desafios na busca por consenso e justiça em um cenário geopolítico complexo.

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