Conselheiro de Trump, pastor defende que Brasil mude embaixada para Jerusalém

A família do pastor Mario Bramnick imigrou de Cuba para os EUA quando ele era criança. Com ascendência judaica, o jovem se tornou pastor e, anos mais tarde, fundou a Coalizão Latina para Israel (LCI), ministério que promove a união de forças de cristãos e judeus. Desde a campanha eleitoral de 2016 ele faz parte de um grupo de pastores que ora regularmente com o presidente Donald Trump. Recentemente, esteve em Israel trabalhando pela mudança da embaixada de países latinos, como Guatemala e Honduras, para Jerusalém. Dias 8 e 9 de agosto, o pastor estará no Brasil, como preletor da “Celebração pelos 70 anos de Israel”, promovido pela Comunidade Internacional Brasil & Israel e sediado na Igreja

Embaixadora dos EUA na ONU diz que sua fé em Jesus a faz defender Israel

A embaixadora dos EUA nas Nações Unidas, Nikki Haley, fez o discurso principal durante a Cúpula dos Cristãos Unidos por Israel, em Washington, na noite de segunda-feira (23). Criada pelo pastor John Hagee, o evento anual este ano concedeu a ela o prêmio “Defensor de Israel”. As milhares de pessoas presentes no evento aplaudiram Haley de pé quando seu nome foi anunciado. A embaixadora é conhecida como uma grande apoiadora de Israel na ONU, local que ela chamou de “o epicentro global do antissemitismo”. Embora diga que, “há momentos em que pode ser uma força do bem”, considera que a ONU “também pode ser um lugar extremamente frustrante e bizarro”. Uma das maneiras mais visíveis disso, destaca

Israel aprova lei que declara o país “exclusivamente judeu”

Aprovada nesta quinta-feira (19) pelo Knesset (parlamento israelense), a chamada lei do “Estado Nação” determina oficialmente que “Israel é a pátria histórica do povo judeu e eles têm um direito exclusivo à autodeterminação nacional”. A partir de agora, está determinado que o país é um Estado exclusivamente judeu, tendo como sua única capital “Jerusalém unificada”, o hebraico é estabelecido como sua língua oficial. A aprovação, por 62 votos a favor e 55 contra, é resultado de meses de debates e polêmicas, uma vez que cerca de 18% da população é de árabes – majoritariamente muçulmanos – e 2% de cristãos. Após oposição do presidente Reuven Rivlin e do procurador-geral de Israel, foram alterada

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